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Mostrando postagens de 2017

Caderno Técnico da Intervenção

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Storyboard do vídeo da intervenção

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Vídeo da Intervenção - Sensações

NEOB: Vídeo do objeto paramétrico

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NEOB: Prancha para o corte

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Croquis de Inhotim

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Pergunta sobre o virtual

Admitimos que as situações mais estimulantes para os moradores de um complexo residencial seja poder construir seus espaços e dispositivos reativos por meio de diálogos e consensos entre si. Quando analisamos pelo viés tecnológico, digital e virtual, até que ponto a possibilidade de escolha e modificação é interessante? A partir do diálogo, de que forma caminhamos para a lógica da concepção de espaços-evento?

SketchUp da Praça do Esporte (muro)

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Croqui do lugar escolhido para a intervenção

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Performance na Praça do Esporte (muro)

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Objeto Interativo

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Rede de Implicações

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Apropriação do espaço com o corpo

Os chamados rolezinhos, são um tipo de apropriação do espaço realizada em massa. Fenômenos que vêm ocorrendo nos shopping centers, são encontros de adolescentes, em sua maioria de classe baixa, que tomam o espaço dos corredores e praças de alimentação para se encontrar e paquerar. Os eventos são marcados e propagados nas redes sociais, fazendo com que uma multidão de jovens de periferia, vestidos com roupas estilo "ostentação" ocupem o shopping ao mesmo tempo. Esse é um exemplo de manifestação popular espontânea, que apesar de não ter o intuito claro de passar uma mensagem, provoca um choque de classes e formenta um debate interessante. As opniões sobre a tolerância aos rolezinhos divergem muito. Alguns defendem a posição contrária ao evento com o argumento de que ele se torna propício a arrastões e violência. Outros dizem que não há como proibir a entrada de pessoas selecionadas sem cometer um ato discriminatório. Mas os rolezinhos não são, afinal, a simples apropriação do...

Casa Oswald de Andrade - Prancha

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Essas montagens foram feitas com o primeiro modelo da casa, portanto não é a mesma casa da animção.

O que a "casa do Oswald" tem de programática?

A casa que foi planejada para Oswald de Andrade pelo arquiteto Oscar Niemeyer apresenta um conceito aberto e dinâmico, conceito esse que contribui para a programaticidade do espaço. Isso pode ser percebido em aspectos como a parede principal da casa, que, ao mesmo tempo, é a faixada da frente e dos fundos, é a divisão entre cozinha e sala, divide a garagem e ainda compõe um banheiro. Essa abertura que uma peça da obra possui de adquirir múltiplos usos vai contra o pressuposto de que cada componente da casa tem um significado predeterminado e dá margem a um universo programático. Muitos espaços da casa se integram e isso dá margem para diferentes  conversas entre os espaços e as pessoas que os ocupam, mas é possível perceber que o processo de criação da casa já não foi tão programático: Todas as modificações feitas do primeiro para o segundo croqui, visavam contribuir para o alcance da forma estética imaginada previamente pelo arquiteto. Ou seja, as respostas que o projeto deu ao lo...

Animação: Casa do Oswald de Andrade

https://youtu.be/1AlTryj54hU

Croquis da Pampulha: Prédio, detalhe e escultura

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Crítica aos croquis de Julia

A ideia de perspectiva é utilizada corretamente nos croquis da Julia e remete a uma noção de profundidade, exceto no de cima da direita, que não apresenta ponto de fuga. Sobre o enquadramento dos desenhos sinto um peso maior na parte de cima do papel e uma falta embaixo, além de não haver respiro nas laterais. Os traços são firmes e alinhados e apresentam um potencial que poderia ser desenvolvido melhor sem o uso da borracha e a preocupação com o erro, que iria garantir um croqui mais "rabiscado". Ademais, uma maior quantidade de detalhes conferiria uma representação mais fiel do local. https://juliamacieira1.blogspot.com/2017/08/croquis.html

Croquis - 2 internos/2 externos

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0 e 1

Quando temos uma pré-concepção formada sobre um assunto tendemos a escutar ideias que se alinhem com as nossas e dispensar aquelas que divergem das nossas opniões. Esse é um comportamento humano natural e portanto sempre esteve presente nos debates ao longo da história. O grande problema da época em que vivemos é que a internet amplifica essa dificuldade que as pessoas têm de se abrir a discussões racionais e questionar suas próprias convicções. É a chamada cultura do post: Um indíviduo joga uma opnião na rede e os demais expõem opniões nos comentários concordando ou discordando, simplesmente, e nessa lógica da rede social é quase impossível haver um debate de maior complexidade.  Isso nos leva ao título do texto: As discussões atuais são pautadas no "zero" e no "um", a infinidade de números decimais entre eles somem. Coxinhas ou petralhas, esquerda ou direita...  A tecnologia cria uma onda de massa que obriga as pessoas a sempre escolherem o lado A ou B, como se...

Arquitetura X Roupa

A comparação entre a vestimenta e a arquitetura não passa pela mente da maioria das pessoas, talvez por isso quando se é mencionada cause certo espanto. Achar uma diferença real entre elas pode ser uma tarefa difícil. Ambas se originaram da necessidade do homem de se proteger contra intempéries e têm, portanto, função protetora. Não obstante, a criação da roupa e da arquitetura envolvem fortemente a parte estética. Qual seria então a diferença entre as duas? Não existe uma resposta exata a essa pergunta. É certo que desempenham o mesmo papel na sociedade, mas a forma com que o fazem pode diferir em alguns aspectos: Usamos cada peça de roupa conforme a situação e o clima do dia, enquanto as construções são estáticas e seu uso não depende desses fatores. Além disso a vestimenta é mais individual e reflete a personalidade daquele que a veste, já a arquitetura não leva somente um indivíduo em conta, pois possui a capacidade de integrar mais de uma pessoa em um mesmo ambiente e a conjunt...

DA "ANIMAÇÃO CULTURAL" DE VILÉM FLUSSER

Flusser expõe a ideia de que todo objeto é fruto não só da ação do homem sobre o mundo, mas também do mundo sobre o homem, ao criar nele a necessidade desse objeto. O qual possui, portanto, um caráter inanimado e um animado, sendo esse último capaz de programar o comportamento humano. O celular, por exemplo, não representa apenas um aparelho eletrônico, ele já é praticamente uma extensão do dono. O texto, então, nos leva à principal meta da "Revolução dos Objetos", criada como uma sátira para a inversão da relação de controle homem-objeto: A desvalorização da cultura. Pois é essa a arma que empodera os homens sobre os bens materiais que produzem, a cultura faz com que os produtos caminhem conforme a trajetória humana ao invés de conduzi-la. Sendo assim, a perda dos valores culturais é a chave para que a humanidade fique completamente presa e à mercê de mercadorias criadas por ela própria.